segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Pru Que?


Pruque?

"Pru que tu chora?
Pru que, hein?
Pru que teu peito saluça
e o coração se debruça
nos abismos do sofre?
Tu pode me arresponde?
Pru que tu arma suzinha
e pela estrada caminha
sem alegria mais te?
Pru que teu zoio num ve
e o coração nao escuita
no sacrificio da luta
esse convite a vive?
Eu te pregunto, pru que?
Pru que teus pes ja sangrando
continua caminhando
pela estrada do sofre?
Pru que tua boca soh fala das coisas triste da vida
que muitas vezes esquecida dentro do peito se cala
quando o amor, prefume exala?
Pru que tu mata a semente dessa alegria inocente
que no teu sono se embala?
Pru que que o teu coração eh como um bau trancado
e dentro dele guardado
soh desespero e aflicao?
Pru que nao faz meu irmao
uma limpeza la dentro
varrendo com pensamento
os espinho da mardição?
Pru que tu veve agarrado
nas asas desse caixão
que carrega a assombração
desse defunto chamado passado? Hein?
Se tua ja veve cansado
enterra todo o tormento
na cova do esquecimento
pra nunca mais ser lembrado.
Depois disso, vem mais eu.
Vem ouvi pelas estrada
o canto da passarada
que em seu peito emudeceu.
Escuta a voz das cascata.
Chera o prefume das mata
Oia os campo. Tudo eh teu.
Aprende com os passarim que soh tem voz pra canta
Com o sor que nasce cedim e vem teu frio esquenta
oia as estrela,
o luar.
Mas antes de tu quere
isso tudo a recebe
aprende premero
a da."

Pompilio Diniz

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