quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Alfred Eisenstaedt
Molyneux atelier Paris, 1934


Para Sabina, viver na verdade, não mentir nem a si próprio nem aos outros, só é possível se não houver público nenhum. A partir do momento em que os nossos atos têm uma testemunha, quer queiramos quer não, adaptamo‑nos aos olhos que nos observam; e, a partir de então, nada do que fazemos é verdadeiro. 
Ter um público, pensar num público, é viver na mentira. 
Milan Kundera in: A insustentável leveza do ser

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