domingo, 29 de dezembro de 2013

em 2014, só quero que tenhamos tudo isso....


Lua, Sol, Brilho, Mãos, Cores, Mar, Amar, Olhos nos olhos, Doces, Mães, Hoje, Crianças, Desejo, Agridoce, Salada, Rapazes, Garotas, Colo, Aconchego, Vinho, Pele, Seda, Cabelo Bonito, Vento, Fé, Risada, Saliva, Boca Seca, Encontros, Retratos, Canções, Ondas, Terra, Arvores, Roupas Coloridas, Consumo Consciente, Frutos do mar, Gentileza, Ilusão, Sono bem Dormido, Café, Solitude, Paixão, Dinheiro, Wi-Fi, Homens, Mulheres, Garra, Admiradores, Esporte, Livros, Saúde, Paquera, Tempero, Cerveja, Beijo, Paz....


Pode começar por hoje...

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

assim será melhor



Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro antes, durante e depois de te encontrar. Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar. Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência, pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua desajeitada e irrefletida permanência.
Martha Medeiros

Ao som de Devolva-me

sábado, 14 de dezembro de 2013

Escritor querido, te escrevo


Querido Escritor,


Estava aqui refletindo sobre algumas questões do valor e do uso da palavra. Como você bem sabe, de fato, do qual é mais excelente professor.
Caro Mestre, meditava sobre algumas pequenas coisas de pouca importância do significado da utilização e da semântica da palavra, que, como tal, sugere-nos de forma precisa, livre de hipotéticos. Sua marca no espaço de papel branco, e no espaço horizontal da diacronia da história, no momento da invenção, torna-se um objeto e é revelado algo, que pertence inteiramente à sua mente do contador de histórias, um criador de pequenos corpos. Do ponto de vista científico, sim, claro que eu posso pensar em sinapses. Essa nossa ligação.A palavra escrita, leitura, das emoções.
Emoções essas escondidas, vivendo na sugestões de imagens, como fantasmas que vagueiam pelo espaço quente e úmido em meu cérebro que alimenta estas imagens.
Mas é óbvio que, em seguida, se alguém me pegou pelo discurso temático. Posso parecer evasiva, um pouco boba, parecer ter necessidade de um soluço inexplicável de dizer coisas absurdas de pouca utilidade que talvez só possa ser útil e terapêutico para mim. 
 Como para me fazer entender quando e quanto você pode precisa da energia emocional adequada para compreender, pela leitura da arte de outros, o que você está olhando em si, para encontrar e compreender o outro.
 Você, querido Mestre, me dá exatamente essa confusão de emoções, e a satisfação meritória, finalmente, leio suas palavras, como um presente muito especial, o alimento para minhas emoções que estão constantemente à procura de fantasmas. 
O que vem do seu “grafite” que escreve e desenha coisas fantásticas, indo direto para o meu coração o animando. 
Suas palavras, são para para mim o segundo que me faz entender o significado mais profundo de Petrarca. A resposta mais bonita que eu posso dar, é que a leitura sempre me ajudou a ver melhor as coisas da vida, e posso viver no meu coração o que quero, ser unilateral ou unidirecional, como você preferir. 


Obrigada, Caro Escritor. 

De noite na... Se você mi...



Marisa Monte - De Noite Na Cama

domingo, 8 de dezembro de 2013

E vou por esse mundo sem fé...



[...]E se alguém me larga
Não sabe o que está perdendo 

E se eu largo alguém
Não sinto a menor culpa
Será que eu nunca amei de verdade
Ou o verdadeiro amor
É assim 

Eu sofro por um cão
Mas não por um coração
Faz parte da minha natureza 

No máximo o que eu sinto
É pena das pessoas
Mas nunca tenho pena de mim
Eu sei que é um egoísmo cruel
E vou por esse mundo
Sem fé
[...]

Cazuza

sábado, 7 de dezembro de 2013

[...]não diria de si mesma, sou isso, sou aquilo.




Seu único dom era o de conhecer as pessoas quase que por instinto, pensou, retomando a caminhada. Se a deixavam numa  sala com alguém, sua espinha logo se arqueava toda, como a de  um gato; ou ronronava.

 Virginia Woolf in Mrs. Dalloway -

E quem escreveu, não fui eu...


A suprema necessidade para a mulher é seduzir um coração masculino; mesmo intrépidas, aventurosas, é a recompensa a que todas as heroínas aspiram; 
e o mais das vezes não lhes é pedida outra virtude senão a beleza...

Simone de Beauvoir

Porque hoje é sábado

Uma delicia...




Os que visitam a casa há mais tempo, com certeza se lembram do "Porque hoje é sábado".
Sábado era dia de música.

Essa merece ser compartilhada, revivendo os bons tempos.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Um brinde ao QUASE!!!!


Eles quase se encontraram, quase se olharam, quase riram juntos;
Eles quase se conheceram.


 Mas optaram por permanecer na ante sala, onde é mais seguro...