sábado, 14 de dezembro de 2013

Escritor querido, te escrevo


Querido Escritor,


Estava aqui refletindo sobre algumas questões do valor e do uso da palavra. Como você bem sabe, de fato, do qual é mais excelente professor.
Caro Mestre, meditava sobre algumas pequenas coisas de pouca importância do significado da utilização e da semântica da palavra, que, como tal, sugere-nos de forma precisa, livre de hipotéticos. Sua marca no espaço de papel branco, e no espaço horizontal da diacronia da história, no momento da invenção, torna-se um objeto e é revelado algo, que pertence inteiramente à sua mente do contador de histórias, um criador de pequenos corpos. Do ponto de vista científico, sim, claro que eu posso pensar em sinapses. Essa nossa ligação.A palavra escrita, leitura, das emoções.
Emoções essas escondidas, vivendo na sugestões de imagens, como fantasmas que vagueiam pelo espaço quente e úmido em meu cérebro que alimenta estas imagens.
Mas é óbvio que, em seguida, se alguém me pegou pelo discurso temático. Posso parecer evasiva, um pouco boba, parecer ter necessidade de um soluço inexplicável de dizer coisas absurdas de pouca utilidade que talvez só possa ser útil e terapêutico para mim. 
 Como para me fazer entender quando e quanto você pode precisa da energia emocional adequada para compreender, pela leitura da arte de outros, o que você está olhando em si, para encontrar e compreender o outro.
 Você, querido Mestre, me dá exatamente essa confusão de emoções, e a satisfação meritória, finalmente, leio suas palavras, como um presente muito especial, o alimento para minhas emoções que estão constantemente à procura de fantasmas. 
O que vem do seu “grafite” que escreve e desenha coisas fantásticas, indo direto para o meu coração o animando. 
Suas palavras, são para para mim o segundo que me faz entender o significado mais profundo de Petrarca. A resposta mais bonita que eu posso dar, é que a leitura sempre me ajudou a ver melhor as coisas da vida, e posso viver no meu coração o que quero, ser unilateral ou unidirecional, como você preferir. 


Obrigada, Caro Escritor. 

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